

O MUSICAL
Uma jornada épica entre a ambição que destrói e a semente que nutre a vida.


Ambientado no ano de 1685, na exuberante Costa do Descobrimento baiana, IOROQUE é um musical épico que mergulha nas raízes profundas do Brasil.
O espetáculo narra a travessia entre dois mundos em colisão.
De um lado, exploradores europeus movidos pela ambição cega pelas esmeraldas.
Do outro, o povo Mawé , uma nação originária ficcional que sintetiza a rica espiritualidade, a ancestralidade e a resistência histórica de diversas etnias nativas da Mata Atlântica.
Entre o mar e a floresta sagrada, IOROQUE tece uma história sobre amor, identidade e destino.
O roteiro eletrizante coloca frente a frente duas visões de mundo opostas: a ganância destrutiva da mineração, que rasga as entranhas da terra, e a riqueza sustentável que dela brota em harmonia com a natureza, representada pelo Cacau, o verdadeiro ouro negro da floresta.

UMA EXPERIÊNCIA CÊNICA IMERSIVA
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A floresta como protagonista
Não é apenas cenário, é uma entidade viva e pulsante.
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O fogo e o fruto
O embate entre IOROQUE (o espírito purificador do fogo) e o Cacau (a essência da vida e economia futura).
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Imersão multimídia
Trilha sonora original, performances aéreas, cenários virtuais e projeções holográficas em tempo real.

A HISTÓRIA E A TRANSFORMAÇÃO
No auge da exploração da Costa do Descobrimento em 1685, a busca implacável pelas esmeraldas da mítica montanha de Sabarabuçu ameaça dizimar a floresta. É neste cenário que o explorador Bartô é salvo da morte por Karena, uma jovem guerreira do povo Mawé.
Acolhido na aldeia, Bartô vivencia um choque de mundos: enquanto seus companheiros rasgam a terra por pedras que trazem a morte, ele é apresentado ao sagrado Cacau — o 'ouro líquido' e alimento divino cultivado em harmonia com a floresta.
Dividido entre o amor nascente e a ganância doentia de sua expedição europeia, Bartô é forçado a tomar uma decisão trágica."
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A noite do eclipse: Pressionado a evitar um massacre contra os Mawé, Bartô cede ao desespero e usa seus conhecimentos europeus de alquimia e pólvora durante a grande festa sagrada do Awê.
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A profanação das águas: Na tentativa de dominar a situação, ele cria um fogo químico que incendeia o próprio rio sagrado. Para os Mawé, a visão da água ardendo é a profanação máxima da natureza.
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O batismo de IOROQUE: Aterrorizados com a destruição, os indígenas recuam e rebatizam Bartô aos gritos: "IOROQUE!" — a personificação do espírito do fogo que consome e purifica. Ao perder sua humanidade, ele compreende tarde demais que a verdadeira salvação sempre esteve na semente plantada, e não na pedra roubada


O CONFLITO CENTRAL:
A PEDRA E A SEMENTE
O embate atemporal entre a ambição que rasga a terra e o pertencimento que a cultiva.
IOROQUE constrói sua narrativa a partir de uma encruzilhada moral profunda. A busca cega por poder, fortuna e glória da expedição europeia entra em violento choque com o amor, a espiritualidade e o equilíbrio do povo Mawé.
No coração da Mata Atlântica, os caminhos se cruzam diante de duas riquezas absolutas que exigem escolhas definitivas: As Esmeraldas e o Cacau.
A Ilusão da Pedra (Sabarabuçu):
A Mítica Montanha Sagrada guarda as esmeraldas. Para os exploradores, é o passaporte para a nobreza e a fortuna, mesmo que para isso seja preciso destruir a floresta e profanar os rios. Representa a economia da morte e do esgotamento.
O Ouro Negro (Cacau):
Para os Mawé, a verdadeira riqueza já brota do solo. O Cacau é vida, alimento divino, símbolo de resistência e continuidade. Uma riqueza sustentável que, séculos depois, se tornaria o verdadeiro motor econômico da região.
FECHAMENTO (O Despertar):
A disputa rapidamente deixa de ser apenas territorial e torna-se espiritual. Desse choque entre a exploração predatória e a preservação ancestral, a fúria da natureza desperta uma força implacável: IOROQUE — o espírito do fogo que consome a ganância para purificar a terra.





DESCRIÇÃO
A produção do espetáculo utiliza um conjunto de recursos cênicos, sensoriais e de multimídia com sincronismo tecnológico de última geração, integrando som, imagem e efeitos especiais às diferentes linguagens artísticas envolvendo teatro, performances circenses, interpretações musicais e projeções audiovisuais que levam a plateia a embarcar numa viagem fantástica pela fauna, flora e lendas brasileiras.
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Serão apresentações Teatrais de Sexta a Domingo.
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Elenco com 30 artistas, sendo 08 Artistas Indígenas, 04 Artistas Inclusivos, e 08 técnicos.
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Roteiro Original com composições e canções inéditas com resgate da Cultura Guarani e Musicas de épocas com uma leitura contemporânea.
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Recursos tecnológicos incluem: projeção cenário virtual, projeção holográfica, pontos aéreos para tecido, lira e voo, maquina de flame (fogo ), canhões de Co2, fogos indoors, maquinas de fumaça, maquinas de gelo seco, Show Control Multitela e Sincronismo de video, som luz, equipes e profissionais brasileiros.
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60 figurinos utilizando cores vivas inspiradas nas características da fauna brasileira, nas vestimentas dos bandeirantes, dos povos Guarani.
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Cenografia e os cenários virtuais são reproduções da época do Brasil colonial ressaltando os biomas brasileiros e a cultura Guarani.
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Espetáculo é acessível com audiodescrição e intérprete de libra.
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Serão distribuídos gratuitamente mais de 2 mil ingressos gratuitos para com necessidades especiais, estudantes de escolas de arte, universidades, alunos que estudam composição, criação e roteiro, para incentivá-los a ingressar neste mercado, enriquecendo a cadeia criativa da arte para fomentar a cadeia criativa das artes e realização de Workshops e Palestras.
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Parceria com a Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (SUBIN) da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.
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Ingessos com Valores Populares para acesso a Eventos Artísticos Culturais.
JUSTIFICATIVA
Este projeto se enquadra no inciso VI do art. 1o da Lei 8.313/91 pois contribui para a preservação do patrimônio cultural e histórico.
O espetáculo de artes cênicas enquadra-se no Art. 3o inciso II da Lei 8.313/91 pois fomenta a produção cultural estimulando a cadeia criativa e a inovação artística.
Este projeto também está em conformidade com o inciso IX do Artigo 1o da lei 8313/91 pois prioriza o produto cultural originário do Brasil.
